Um belo dia você acorda e descobre que precisa conter impulsos, chiliques e crises. Que não pode tomar para sí um fardo que não é seu, que não deve fazê-lo. Mas nós, seres humanos, não conseguimos simplesmente ignorar algo ao nosso redor. E, quando o algo faz nos sentir ameaçados... BUM! O mundo desabando bem no meio das nossas costas!
Fico impressionada com a capacidade que o cérebro humano (o meu que o diga!) tem de criar situações, montar e projetar momentos que existem único e exclusivamente na nossa cabeça. E daí progredir para um estado melanco-poli-dramatizado, por fatos que, de fato, não podem te atingir.
É a situação que você tem a faca, o queijo, vinho tinto e uma conta corrente abençoada nas mãos, nos pés... E ainda assim, consegue ficar perdido no seu próprio palácio. O pior de tudo, é eu ter que assentir aqui, que isso é potencialmente normal. Que todas as pessoas passam por uma situação dessas, mas é aquela velha história: Você precisa aprender a encarar tudo isso, amiguinho.
Esse é o tempo em que a batalha com a mente, com a alma, tem que estar invícta! Essa é a hora de aprender a viver 'cada um no seu quadrado'. Não, não estou abrindo a política de indiferença. Pelo contrário, por me importar em cultivar bons relacionamentos, que aderí de maneira bem relutante a política do 'segura aí meu fardo pesado, Jesus!'.
Pode até parecer simples de escrever algo assim, de achar que é muito fácil você se curvar perante Deus e dar pra ele tudo o que te aflige. Mas experimente você, gripada, cansada e louca de vontade de voar no pescoçinho da irmãzinha da igreja, fazer isso... Porque enfim, quem nunca sentiu um negócio desses, ora aqui na minha cabeça AGORA!
Então é a hora de converter. Decididamente, não existe terapia melhor do que permanecer no espírito, leitor. Minha vontade por muitas e muitas vezes é sair quebrando tudo! 'Tá pensando o quê, hein?!'. E aí aquele fruto fiel do espírito, chamado longaminidade, tentar achar o lugar dele aqui nesse quadrado. Que mal você tenha percebido, hoje, aqui, é a sessão do 'quero me expor' e se eu precisar enumerar cada açougue meu pra alcançar isso, eu vou fazer.
Quando percebemos que o importante é não ligar, é entregar pra Jesus o que ele quer, conseguimos passar pela fase 1 do momento 'não agueeento!'. E não adianta eu colocar fase por fase, por que seriam muitos números e eu não tenho criatividade suficiente pra isso. Mas cada um sabe o que lhe incomoda, o que lhe deixa túrgido e cheio de fardos.
O que é realmente importante no meio de todas essas frases embaraçadas, é você saber que vale a pena deixar que Ele resolva tudo por você. Porque o fato é: Ficar em casa vendo Chaves enquanto seu Pai trabalha é muito mais legal do que passar 12 horas na rua pelo sustento.
Espero profundamente que entendam o trocadilho... A Paz do Nosso!
Beijo.
Layse Gama.
domingo, 16 de novembro de 2008
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Um comentário:
realmente.
as coisas estão voltando pros seus verdadeiros lugares.
força!
somdaliberdade.blog.com
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