segunda-feira, 10 de março de 2008

O pó compacto e o Sacrifício - Parte II

Então fico pensando em como sempre estamos sujeitos a perder coisas que nos são valiosas. Ví na expressão daquela moça que aquele emprego lhe era valioso, que era necessário. Peço a Deus, na autoridade que há no nome de Jesus, que o 'alguém' daquela ocasião não tenha sido ela e a causa também não tenha sido o pó compacto.
Mas voltando a falar das coisas que são importantes. Use essa linha de raciocínio: Se a moça na suspeita de perder o emprego ficou naquele estado, imagina se ela realmente o tivesse perdido? E agora radicalizando mais: Ela ficou naquele estado por causa de um bem material. Mas se fosse uma pessoa? Se ela tivesse perdido alguém importante, como ficaria? Como você ficaria? Como Deus ficou quando Jesus estava desfalescendo sem culpa alguma por mim e por você?
Forte. Mas foi exatamente isso o que aocnteceu. Jesus, o Filho de Deus, teve que tomar para si um castigo meu e seu, pra que eu e você pudéssemos hoje chamar Deus de Pai.
Então pensa aí em Deus, vendo o filho Dele sendo humilhado, moído, surrado... Ele realmente tava perdendo alguém e Jesus realmente estava morrendo.
A cruz não foi brincadeirinha de Deus, foi a maior prova de amor Dele para com o mundo todo. Ele deu o seu único filho pra sofrer, afim de que eu e você tivéssemos vida eterna. Foi por amor mesmo! Porque, querido (a), a gente não merece. E só o amor de Deus para permitir que Jesus passasse pelo quê Ele passou.
Deixa eu colocar a dimensão disso: Jesus era o filho direto de Deus, nascido e desenvolvido de uma gravidez sobrenatural, Deus quem tinha formado as primeiras células de Jesus. A mórula, blástula, gástrula e nêurula que Jesus fora um dia, Deus quem tinha conglomerádo-as uma a uma, com as próprias mãos. Ele era o Pai legítimo! E agora?
Ele deu o filho dele, não canso de repetir isso. Por que essa é a maior certeza da vida de qualquer ser humano; sendo ele bonito, feio, branco, afro, australiano ou hindú: o amor de Deus. Ele nos ama! E só permitiu que tudo isso acontecesse, pra que as coisas realmente voltassem pro lugar delas por intermédio de Jesus.
As coisas somos nós e o lugar delas é o colo de Deus.
Beijo.
Layse Gama

quinta-feira, 6 de março de 2008

Até uva passa

"...tentar afogar a vida
deixar me levar a pensamentos,
a simples momentos que so exitam na minha cabeça
tudo transformando-se em saudade
e raiva por não ter aproveitado enquando podia.

Querendo mudar o errado,
o teu certo
querendo fazer o errado..
Tornando tudo ainda mais sem cor
sem escapatórias às minhas lembranças

Então estou aqui
criando momentos, frases, olhares..
frutos da minha fraca imaginaginação
alimentando eternas lembranças do teu jeito, teu rosto...
Teu sim, meu não.. constante não
sonhando acordada para que um dia, ainda queiras sonhar comigo..."


AHIUhaiuHAIOUHOIUH
Poeminha velho e burro de uns 3 anos atras.
Analisando: No primeiro parágrafo eu queria me matar, no segundo queria fazer uma revolução e no terceiro tava arrasada porque tinha dito o bendito não.
Ainda bem que eu virei crente, parei de escrever essas besteiras. ahIUHAIOUhiouh
E como diz o meu amigo: "passou e agora ficou engraçado". Realmente, tudo passa...
Beijo.
Layse Gama

quarta-feira, 5 de março de 2008

O pó compacto e o Sacrifício- Parte I

Quando o assunto a ser tratado é presente de aniversário, pode ter certeza que duas horas é pouco pra eu conseguir escolher algo. Hoje quando saí do banco, fui gastar um tempinho comprando presente pra uma amiga (Aliás, Urias, parabéns! Eu te amo. E Jéssica, tomara que tu gostes do presente, porque passei um bom bocado pra achá-lo). Escolhí, paguei e fui embora. Logo depois, tive que achar uma embalagem, então a busca por uma caixa bonita iniciou.
Entrei e saí de umas duas lojas até encontrar uma caixa que fosse do meu gosto. Na terceira tentativa, achei. Comecei uma conversa com a atendente da loja, quis saber se tinham outras maiores, de outras cores, outros modelos...
Ela me levou a um outro balcão, colocou o presente na caixa, chamou uma outra atendente para ver como ele era bonito (e bem bonito, modéstia parte). Então ví uma sessão destinada a maquiagem. Rimel's, sombras, lápis e como meu pó compacto estava levantando bandeira branca, quis escolher um pra mim.
Abrí o número 02 e, descuidadosamente, acabei esfregando a esponja no pó. A atendente me olhou e disse: -Moça, experimenta com o dedinho mesmo, pra não machucar o pó. Eu asentí com a cabeça e continuei a provar os outros pós como ela havia me ensinado. Em seguida, a amiga dela que também estava no balcão diz: -É, moça. Uma vez 'ele' (apontou) me esculhambou por causa desses pós. Olhei pro lado procurando o 'ele', era o dono da loja.
Experimentando aqui e alí, até chegar no número 08, o pó que eu comprei. A amiga da minha atendente olhava pra alguma coisa que eu não prestei atenção. Só percebí quando ela chamou a garota e disse: -Amiga, alguém vai sair.
Nossa, ví feição daquela moça desfalecer! Pareceu que o chão tinha escapado dos pés dela, como se ela já tivesse sido condenada a ser o 'alguém' que seria demitido. Pensei instantaneamente: Meu Deus, será que vai ser ela? Como? Quando? Porquê?
A moça continuou me atendendo, agora um tanto sobresaltada. Paguei e fui embora com a caixa de presente e o meu novo pó compacto número 08. Mas, ela? Será que ela vai perder emprego?

Continua...

terça-feira, 4 de março de 2008

Vamo sair?

Sempre que vou domir, acho que deve acontecer com todo mundo, fico pensando nos acontecimentos do dia. É engraçado, relembro falas, risadas, comentários.. Então me pego esboçando um risinho de satisfação "graças à Deus as coisas deram potencialmente certo hoje". Isso é o que acontece normalmente... Ontem foi diferente.
Depois que desliguei o computador às 00:03, lembrei de uma conversa simples com uma grande amiga, mas uma única pergunta me fez trazer esse texto pro blog hoje. E ela foi: eeei, tu ainda podes ir pra festa, tipo skazi??
Booom!
Ah, pelo amor de Deus! Só porque eu sou crente (muito, por sinal), eu seria proibida de fazer as coisas? Não! Deus, o próprio, me concedeu liberdade pra fazer aquilo que eu acho, ou não, conveniente de se fazer. Igualzinho como ele fez com o Adão no Jardim do Édem, com os 12 espias cujo 10 deles escolheram aquilo que lhes era conveniente...
Não é a igreja, nem o Pastor e nem mesmo Deus que me "proibirão" de fazer algo. Não existe "você não pode, você não vai!" no vocabulário de Deus, é Ele quem interessa e diz: é assim e assim. Escolhe.

Particulamente, eu optei por ser livre. Escolher não fazer aquilo o quê me é possível fazer. Isso é liberdade. Eu dar não para o que poderia dar sim, mas não o faço porque não quero. Liberdade.

O caso Skazi :
Eu não me sentí ofendida. Tanto porquê, o que tem de crente farreando por aí não é brincadeira. E mais, tenho certeza que ela me perguntou isso porque algum crentinho deve ter lhe dito a clááássica: Não tem nada haver, Fulana.
Eu venho aqui dizer, meus queridos, que tem sim! Pelo menos pra mim... Tenho muitos bons e velhos amigos (da máfia russa mesmo) fora da igreja, mas em nenhum momento desde que entrei no ângulo diferentemente convertido me submetí a uma situação de não me, pelo menos, dispor a ser diferente.
Esse é o tempo de agir. De ser como aquele livro diz: "...Nova criação, as coisas velhas já passaram; E tudo se fez novo."
Tudo se fez novo! Eu me fiz nova! E nunca, nunca estive tão bem!
Tudo se fez novo! E algumas coisas não fazem mais sentido nenhum pra mim, não me suprem... Não têm emoção alguma.
Tudo se fez novo! E tudo, de 3, 4 anos pra cá tem sido diferente mesmo! E essa é a melhor parte... Tudo se fez novo. De graça.
Agora como explica isso?
Beijo.
Layse Gama

segunda-feira, 3 de março de 2008

The first one.

Ah, não vou perder meu tempo me apresentando! Na verdade, posso dizer que esse blog é mais uma atividade globalizada que provavelmente me fará perder mais alguns minutos aqui na frente do computador...
Ontem mesmo, na formatação do blog, disse ao Caio: Esse é um blog que fala as coisas de sempre, mas em um ângulo diferentemente convertido, focalizado, direcionado às maravilhas que Deus não se cansa de fazer na minha vida. E antes que eu esqueça: Caio, muito obrigada pelo layout (L-E-I-A-L-T ¬¬) maravilhoso que você fez! Tas ficando muito bom nisso! Mesmo.
Enfim, não vou explicar o que é um blog e nem especificar os textos que virão por aqui... Só vamos esperar que eles venham! E que fique bem claro: Isso não um diário online! Pra escrever coisas realmente particulares, eu tenho um muito bem guardado em casa. Portanto, nem tente.

Beijo.
Layse Gama